O Concelho
A Batalha foi palco de grandes momentos históricos, desde a presença romana até às lutas decisivas pela independência, deixando um incontornável património cultural.
Foi a vitória na Batalha de Aljubarrota, ocorrida a 14 de Agosto de 1385, que levou à construção do Mosteiro de Santa Maria da Vitória, um polo de atração que deu origem à Vila da Batalha.
O Concelho situa-se na Região Centro Litoral do país e pertence ao Distrito de Leiria. Faz fronteira com os Municípios de Leiria, Porto de Mós, Ourém e Alcanena.
A região tem inúmeros vestígios de ocupação humana dos tempos pré-históricos, como é o caso da localidade de São Sebastião de Freixo, onde existiu a povoação romana de Collipo (primitivamente um Ópido Túrdulo), considerada uma das mais importantes cidades luso-romanas da costa oeste da Península Hispânica.
Constituído por quatro freguesias que apresentam diferenças significativas quanto ao relevo e à vegetação existentes, este é um concelho dinâmico, com uma grande importância histórica, cultural e geográfica.
Do Planalto de São Mamede aos verdejantes campos – por onde passa o Rio Lena – são muitos os motivos para nos fazer uma visita e deixar-se encantar pelas paisagens únicas que o aguardam.
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Armas -De prata, com uma cruz de S. Jorge de vermelho, firmada nos bordos, carregada pela imagem de Nossa Senhora da Vitória com um menino ao colo, vestidos de azul com mantos de prata e resplendores de ouro. A cruz acantonada por duas cruzes de Melícia de Aviz de verde e por duas cruzes do timbre de Nuno Álvares de vermelho. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel branco com os dizeres «Vila da Batalha» de negro.
Bandeira - De vermelho. Cordões e orlas de prata e de vermelho. Haste e lanças douradas.
Selo - Circular, tendo ao centro as peças das armas, sem indicação dos esmaltes. Em volta, dentro de círculos concêntricos, os dizeres «Câmara Municipal da Batalha».
Justificação da simbologia:
A Cruz de São Jorge foi invocada na Batalha de Aljubarrota, pelas gentes portuguesas.
A imagem de Nossa Senhora da Vitória assinala a edificação do Mosteiro de Santa Maria da Vitória em sua honra.
As Cruzes de Avis representam a Ordem de que o fundador da Batalha – D. João I – era Mestre.
As Cruzes do Timbre de Nuno Álvares, a vermelho, representam a figura do Condestável, principal responsável pela vitória da Batalha de Aljubarrota.
